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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Projeto Porto Maravilha vai reformar centro cultural na Gamboa



O programa Porto Maravilha Cultural, parte do projeto Porto Maravilha, de revitalização da Zona Portuária do Rio, lança nesta quarta-feira (31) o edital de licitação para a reforma do Centro Cultural José Bonifácio, interditado pela Defesa Civil desde maio passado por causa das precárias condições de suas grades. O casarão da Rua Pedro Ernesto, na Gamboa, foi inaugurado em 1876 para ser uma das primeiras escolas públicas do país para meninos e meninas.

Em 1983, passou por uma reforma e se tornou, com suas 25 salas, a sede do Centro Cultural José Bonifácio, voltado para a pesquisa e preservação da cultura afro-descendente, oferecendo à comunidade um importante com acervo bibliográfico, de fotos, pinturas e esculturas, além de cursos e apresentações de peças e shows de música e dança.

A reforma deverá durar dez meses e custará em torno de R$ 1,8 milhão. O presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), engenheiro Jorge Arraes, disse que numa avaliação rápida que fez pôde perceber que o prédio, com suas escadarias e assoalhos de madeira e pilares e gradis de ferro, está em condições razoáveis, mas precisa de especial atenção ao telhado, à impermeabilização e ao revestimento.

Cepacs
Jorge Arraes explica que no projeto Porto Maravilha não entram recursos públicos. A moeda do programa são os Cepacs, sigla para Certificados de Potencial Adicional Construtivo. A prefeitura autorizou a construção na área de edifícios maiores do que os limites atuais, com exceção de construções tombadas pelo patrimônio cultural e das destinadas ao serviço público, e sempre respeitando o gabarito relativo ao número de andares, que pode ser de 20, 30 e 40, de acordo com a região.

Em junho passado, a Caixa Econômica Federal arrecadou em leilão um lote único de Cepacs no valor de R$ 3,5 bilhões, formando um fundo imobiliário administrado pelo FGTS. Os interessados em construir um empreendimento na área do Porto Maravilha apresentam seus projetos à prefeitura e compram do fundo os Cepacs relativos à dimensão pretendida pela obra.




fonte : G1.com

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