
Barro nos cantos das ruas, poeira, casas destruídas, pedras, e postes quebrados bloqueando vias. O cenário de caos continua em algumas cidades da Região Serrana do Rio, um mês após a catástrofe provocada pela chuva em janeiro. Desde o início da enchente, as prefeituras dos municípios afetados contabilizam mais de 890 mortes.As buscas por vítimas continuam e o Ministério Público do Rio ainda estima que mais de 400 pessoas estejam desaparecidas.Para muitos, o novo lar ainda é um sonho distante. Com escassez de imóveis para alugar, as igrejas, galpões e escolas servem de residência para aqueles que perderam tudo. Em Teresópolis, a prefeitura registrou 9.110 desabrigados e 6.727 desalojados. Atualmente, a cidade tem 18 abrigos, onde residem cerca de 900 pessoas.
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